Blog do Alfredo

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GDF: falta de água, falta de vergonha, falta de planejamento

Reza a lenda que ao ser planejada, a nova Capital da República – implantada no Cerrado e historicamente com baixa incidência de chuvas – tinha previsão de uma população de 500 mil habitantes na virada do Séc. XX.

Lenda ou não, a verdade é que no meio do caminho teve a passagem de uma figura que viu na imensidão de terra a possibilidade de formar um curral eleitoral e tascou a distribuir lotes, a convidar pessoas de várias partes para virem ao Planalto Central.

E a irresponsabilidade de um governante criou uma verdadeira quadrilha que se imiscuiu na política – que tinha como objetivo incentivar invasões e assentamentos, sempre de olho nos dividendos eleitorais. Sem nenhuma preocupação se tais amontoados urbanos implicavam no assoreamento de riachos até  sua extinção e mesmo a simples “morte” de nascentes.

Vicente Pires é o retrato mais gritante desta leviandade com o meio ambiente – para a qual contribuíram, quer por incentivo, quer por omissão, todos os governos que passaram pelo DF.

A ganância por dinheiro e a busca de votos e dinheiro fácil levaram o DF a situação atual – e aqui não falo apenas de invasões de pobres, porque estes vieram na esteira de um movimento que começa bem antes que é a proliferação desordenada de “condomínios residenciais” voltados para a classe média e localizados em áreas de proteção ambiental, sem sistemas de captação e tratamento de esgotos (o que acabou comprometendo a qualidade da água até do lençol freático) e alimentadas através de poços artesianos abertos de modo indiscriminado.

O grande responsável pelo caos que hoje vivenciamos em termos de abastecimento, sempre foi e continua a ser o GDF – que ao longo do tempo e hoje sob o desmando de Rollemberg – que só tem a preocupação em fazer dinheiro. Quer vendendo lotes em áreas que deveria preservar, quer cobrando IPTU de áreas que deveria derrubar.

O peso eleitoral destes segmentos – nos condomínios de classe média uma parcela mais simpática ao PT e nos assentamentos e invasões populares mais tendentes ao assistencialismo e às práticas coronelescas – acabou unindo todos os campos políticos, não encorajando um debate sobre este tema em seu devido tempo.

Sem optar pelo viés do catastrofinismo, diria que agora é tarde – porque o simplismo das soluções do atual governador seguem dentro da sua capacidade mental de apontar sugestões e alternativas para os problemas do DF. Em sue mandato, Rollemberg não teve capacidade mental e nem qualidade política para propor nenhuma alternativa nova. O simplismo de suas ações lembra aquela imagem de como a avestruz reage a qualquer problema.

E em lugar do propagandeado choque de gestão – bordão eleitoral vazio, mas efetivo ao ponto de levar um desqualificado ao comando do Buriti – o que o povo de Brasília é um convívio cotidiano com a incompetência, o academicismo e a a piora dos serviços públicos que já eram ruins.

Não é só a falta de planejamento na questão da gestão dos recursos hídricos – afinal de contas, dinheiro não é o problema da Caesb, que paga salários de 1º mundo aos seus dirigentes – mas o mesmo vale no caso da educação, da segurança pública, do transporte coletivo e da saúde. Não há um só setor no qual a gestão de Rollemberg tenha feito alguma intervenção para “melhorar” o quadro desalentador que na verdade já vinha como um quadro continuado de desalento nos últimos governos.

O que Rollemberg conseguiu fazer – e digo da vida real, das pessoas que sofrem com a mediocridade do seu governo – foi implantar o caos em todos os segmentos, foi piorar o que já estava ruim. Há dois governos bem distintos: o ideal e perfeccionista das publicidades e blogues oficiais, onde não há problemas e tudo funciona com a precisão de um relógio eletrônico japonês original; e o real, que não é vivido nem pelo governador e seus assessores, nem pelos parlamentares que apoiam suas iniciativas (sendo regiamente recompensados com verbas, cargos e benesses), nem pelos publicitários que seguem um roteiro de mundo encantado (devem ser os mesmos roteiristas, redatores e diretores de arte que vem trabalhando ao longo dos últimos anos nas agências do DF, porque sai governo, entra governo e é sempre o mesmo padrão de “wunderbar”) e muito menos em vozes e porta-vozes que buscam defender Rollemberg mesmo do indefensável.

Não adianta negar o aumento do racionamento para dois dias, quando todos sabem que ele será inevitável se as chuvas não vierem – e quando elas chegarem iremos nos deparar com o caos de todos os anos, porque o governo de Rollemberg reage com a rapidez de uma tartaruga e age coma  celeridade de um cágado: bueiros sujos e entupidos, carros boiando nas tesourinhas da Asa Norte e pessoas surfando e outras navegando em vias alagadas no DF. Em todo o DF.

E como este é um governo errático, engolido pelo ego de um governante que é motivo de chacota e que viraliza em redes sociais em vídeos em não recomendável estado de lucidez e sobriedade, o pior ainda está por vir.

Lula e Arruda – paralelos que desafiam a lógica

Ainda que as pesquisas sofram por falta de confiabilidade e também por serem recortes de um determinado momento, é interessante observar como o eleitor brasileiro é conivente, condescendente e omisso em relação ao modo como ele reage diante da figura do corrupto.

Leio, com enojante repetição, que o “eleitor nordestino” vota em corruptos, como se o povo nordestino fosse mais corrupto do que os moradores de outros estados. A corrupção é uma praga nacional e o corrupto está em todos os lugares, vive em todas as cidades.

E daí a gente vai dissecar um bucadinho da realidade e se depara com o fato de que, aquilo que é abominável “lá”, aqui é aceitável, tolerável e até mesmo justificável.

Observemos os nomes que se anunciam para 2018 e veremos que há mais cheiro de podre, mofo e bolor do que um ar de esperança – até porque aquilo que se anunciou como “novo”, já foi cooptado pelo sistema e se esmera em, no máximo, dar uma nova roupagem à velha vestimenta.

Causou espanto quando reportagem indicou que o tucano Bonifácio de Andrade (MG) é agregado ao poder há mais de 190 anos – mas esta é uma questão que o Brasil precisa repensar: a política como atividade empresarial.

A estagnação do nosso País passa por esta questão de que grupos familiares se sucedem ao longo das décadas, sempre buscando benesses e ampliando o seu poder patrimonial. Quanto mais atrasada e conservadora for a unidade da Federação, maior será o poder catalisador destes grupos – e maior será seu apetite para drenar recursos públicos, de modo direto ou indireto, para os clãs familiares.

Esta verdadeira praga se estende do Oiapoque ao Chui – mas não é um privilégio brasileiro. Aqui na vizinha Argentina temos os Kirchner – apeados do poder. E nos Estados Unidos, os Bush – que tentaram emplacar o terceiro nome da presidência e foram derrotados porque o tal do Jeff precisa bem mais do que hereditariedade. Ele, num certo sentido, lembra uma frase supostamente atribuída a FHC ao se referir a Aécio: “Ele é apenas o neto de Tancredo”.

Não quero tratar da realidade de outros estados, porque nada melhor do que escrever a partir de um exemplo próximo para retratar a condescendência do brasileiro com a corrupção – e que me perdoem as pesquisas, ma suma coisa é dizer sim  para uma pergunta de um pesquisar e outra bem diferente é dizer não diante da oferta de uma bolada.

No DF, há uma sucessão de governos que patinam, patinam e no frigir dos ovos disputam entre si, qual deles foi o pior. Tem sido assim desde Arruda/Paulo Octávio, passando pela interinidade do Rosso, os quatro anos de gestão de Agnelo, atépara desaguar no exemplo mais acabado de que tudo aquilo que está ruim, pode sim piorar.

A mediocridade da gestão de Rollemberg alimenta no imaginário dos políticos a percepção de que se até alguém como o Rodrigo conseguiu ser governador, “eu também posso”. É a lógica da comparação pela falta de qualificação.

E dentro deste quadro, o nome de Arruda se mantém com altos índices de aprovação e de intenção de votos – diria até que venceria no 1º turno em 2018 se pudesse ser candidato. E olha que Arruda botou o pé na jaca, como se costuma falar quando alguém extrapola do direito de fazer besteira.

Flagrado pegando dinheiro, preso por tentar obstruir a Justiça, denunciado por toda sorte de crimes, Arruda é ainda o nome mais forte no DF – ao lado de Luis Estevão, o presidiário.

Poderia ser cômico, não fosse trágico e assustador – inclusive pela sua capacidade de iludir o eleitor, transformando-e em um bobo..

É o caso do Lula, na disputa pela presidência da República.

Ainda não inelegível, Lula carrega nos ombros um sem fim de indiciamentos e de condenações – mas mantém o discurso da inocência pela incompetência dos meninos da Lava Jato em conseguirem colocar de forma inquestionável a digital do Lula. Irão condená-lo em 2º Instância pela necessidade de atender aos anseios de parcela da opinião pública que sabe que, pelo voto, o trem tá complicado.

É de se imaginar o escarcéu que a rapaziada da Lava-Jato fará no dia – isto é: se este dia, um dia chegar – em que conseguirem alguma “prova”, alguma gravação, algum recibo. Porque por mais que apontem desejos, evidências – até agora ele está sendo condenado para atender desejos e baseando-se em evidências.

 

Briga Alckmin x Doria pode ajudar Lula

A história mostra – e há inclusive um termo bem brasileiro para identificar este fenômeno – que as lutas internas pelo controle do partido ou por vantagens supostamente eleitorais descambam em traições que acabam ajudando a eleger o inimigo do meu ex-amigo que virou meu novo-amigo.

Não é necessário remontar ao que aconteceu em 1950, hoje parte da história.

Vale lembrar que em 2002, o tucano José Serra via com preocupação o crescimento da candidatura de Roseana Sarney e, para muito, armou, em conluio com policiais federais de sua confiança, o episódio da invasão do comitê de Roseana e a descoberta de dinheiro.

Passo seguinte, com o rancor de pai e o cacife de coronel, José Sarney abandona as hostes que sempre o abrigaram e passa a trabalhar em favor do nome de Lula. O resultado, todos sabem…

As traições acontecem a cada eleição – e muitas vezes pequenas rusgas, pequenos embates, antigas desavenças, estes episódios que fazem parte da alma humana e que no mais das vezes são lembrados apenas por quem “apanhou”, acabam sendo relembrados e muitas vezes aumentados, servindo como uma espécie de dopping emocional.

O PSDB que já sofreu com este tipo de cisma interno, pode estar outra vez alimentando este monstro do ódio e do rancor. Já escrevi muitas vezes que o pessoal do PSDB abdicou de fazer política com a derrota em 2002. O partido sempre acreditou que sua volta ao poder seria um processo natural, como se o “poder” fosse uma capitania hereditária onde eles, apenas por brincadeira, deixaram que o povo sentisse o gosto do poder.

Mas a realidade não seguiu o script – ainda que o PT tenha feito todo o esforço possível para que isso acontecesse. E foram muitas as demonstrações do PT:

  • valeu-se dos mesmos métodos tucanos;
  • valeu-se dos mesmos nomes tucanos;
  • repetiu a relação promíscua dos tucanos com a mídia;
  • não criou e nem fortaleceu nenhuma forma de imprensa popular;
  • não lutou pela democratização dos meios de comunicação.

Volto a dizer: apesar de todo esforço dos petistas – e mesmo naquela época escrevi um texto chamado “A maldição do cafezinho” – o PSDB pagou nas eleições de 2006, 2010 e 2014 e corre o risco de pagar de novo em 2018 pelo fato de ter terceirizado o ato de fazer política para os meios de comunicação.

Dentro deste quadro, o mofado Doria aparece repaginado e dá ao PSDB uma vitória improvável em SP. Ex-diretor da Embratur no começo dos anos 90 e que lá demonstrou toda sua incapacidade de gestor, o empresário que enriqueceu sempre com o acesso a verbas públicas – mesmo nos governos do PT – conseguiu ocupar um lugar no imaginário das pessoas, vendendo-se como novo.

E por conta da ambição, que é inerente ao ser humano, ele desandou a andar de norte a sul do Brasil, usando jatos de empresas que apoiam uma ONG sua, dando contratos da prefeitura de SP para empresas que doam dinheiro – dentro de um círculo onde os recursos, bens e patrimônio público vão sendo drenados em favor dos seus.

E Doria pode se esbaldar, porque pegou uma prefeitura razoavelmente organizada, com as contas em dia – mas isto ninguém menciona.

As ameaças nem tão veladas assim de “sair” do ninho e buscar abrigo em outra sigla – e a descoberta de que um grupo sonha em ter uma dobradinha Doria x ACM Neto junto com o Pmdb, o povo do agronegócio e segmentos evangélicos, não pode ser visto como uma alternativa, mas como uma gangue, um grupo a exterminar o que resta de Brasil.

O cenário mostra que Alckmin é o nome da vez do PSDB – mas resta saber como o partido irá se portar em 2018. Aécio, que deve apoiar Doria onde quer que ele esteja, é pouco mais do que um cadáver adiado, putrefato, mas que ainda pode prejudicar as pretensões de Alckmin em alguns grotões de Minas onde mantém algum prestígio. Aécio, por sinal, deve tentar uma candidatura a Federal ou, quem sabe, estadual – na tentativa de renascer politicamente. Se estiver solto…

Ainda que estejam bem posicionados nas pesquisas, Marina e Bolsonaro não passam de fenômenos pré-eleitorais. Marina por sua incapacidade de ocupar o espaço político que sua votação em 2014 credenciaria. Bolsonaro, bom… Bolsonaro é um caso típico de incontinência vocabular: quando mais fala, mais claro fica que não tem nada para falar…

Assim… o racha que se anuncia no campo da centro-direita brasileira só beneficia a candidatura de Lula – ao menos no 1º turno – porque nada indica que o nome de Ciro vá decolar e se viabilizar eleitoralmente em 2018.

Vozes da Alemanha. Ecos da Catalunha

A forma como o mundo se move é uma incógnita, mas dentro de um processo cíclico.

Tenho lido muito e escutado mais ainda sobre as idas e vindas dos movimentos nacionais, nacionalistas e do avanço de discursos excludentes – como se eles fossem uma novidade, uma criação dos malvados europeus, eurocéticos e branquelos.

Os países islamitas são, antes de mais nada, excludentes e intolerantes – basta ver como são tratadas as minorias cristãs nestes países, com o ataque sistemático aos povos que ousam professar o cristianismo.

E daí passamos a ler que há uma onda islamofóbica na Alemanha – mas convivemos com o silêncio e a conivência da verdadeira cruzada cristanofóbica que é norma cotidiana na maioria dos países islâmicos – sendo inclusive muito “comuns” a crucificação de cristãos. E não apenas pelo EI.

Aqui, entre nós, há muitas verdades que precisam ser repensadas – para que, enfim, deixemos de gostar de viver no reinado da farsa.

Porque, afinal de contas, uma votação com 90% em favor de um postulado não tem valor para o jogo democrático de quem só aceita a democracia quando lhe convém.]

Assim como fez o Aécio que, por birra, colocou acetona no monte. E se fez para encher o saco, acabou ele próprio transformado em pó. Em todos os sentidos.

Na Catalunha como aqui, o amanhã é sombrio…

Por que “guilhotinaram” Delcídio com celeridade e serão condescendentes com Jucá?

05112015 - Guilhotina

A política, a exemplo de todos os grupos onde o instinto de preservação e sobrevivência tem regras definidas, códigos consolidados e condutas toleradas dentro de uma ética peculiar e que segue estes parâmetros de modo radical, não admite “traições” a este conjunto de normas ocultas.

Delcídio Amaral, o jeitoso que trouxe sua plumagem tucana de toda vida e deixou que ela adquirisse tons avermelhados (como algumas aves do Pantanal) também trouxe informações do modus operandi que havia quando de sua passagem por diretoria da Petrobras nos pretéritos da governança tucana.

E foi ao aceitar fazer a delação premiada que Delcídio assinou sua sentença de morte – porque ele, sabe-se lá movido por quais razões, resolveu sair do roteiro cuidadosamente urdido e segundo o qual a corrupção e os desvios só começaram a surgir no Brasil em 1ª de janeiro de 2003. Antes, aqui era o reino da retidão, da honestidade e do culto a meritocracia.

O pecado que custou o mandato de Delcídio foi ele ter envolvido nomes tucanos em suas denúncias, apontando que a podridão do nosso sistema político é parte de nossa formação política, parte do modus operandi de uma casta que se perpetua no poder, transformando-o em ente a serviço dos seis interesses e dos interesses de quem eles são porta-vozes e defensores.

A questão de Romero Jucá é mais simples…

Ele é apenas um paspalhão, um charlatão que foi flagrado em incontinências verbais – e ainda que tenha confirmado tudo que já se sabia, protegeu o establishment. Falou sobre Aécio, mas quem em sã consciência acredita que o Aécio seja exatamente aquilo que já foi sentenciado por FHC: apenas o neto do Tancredo. Claro que a divulgação dos diálogos bizarros serviu para alegrar as TLs com a expressão de que “Aécio será o primeiro a ser comido” – algo que correu o mundo e serviu para alegrar a tarde de muitos.

Mas não nominou ministros do STF – e alguém tem dúvidas do NÃO envolvimento deles em qualquer arbitrariedade? Aquela Casa, que tem “ministros” e não Juízes, é um antro onde pontifica, reina e conspurca o ambiente a desavergonhada militância política de Gilmar Mendes – diante da passividade, omissão e conivência dos demais “membros”. Os outros, me parecem que oscilam entre o deslumbramento do “cargo”e o fastio de fazerem parte de uma encenação bizarra onde desfilam o verborrágico, empolado, enfadonho e vazio conhecimento jurídico – para mostrarem uma sapiência que tem o único objetivo de esconder o cinismo de quem está a serviço de algo escuso.

As pessoas ainda precisam entender que roubar o poder é algo para profissionais!

O risco da opção da culpa eletiva

Para muitos, as sentenças públicas de execração – como  julgamentos bizarros – acabam tendo mais importância do que a preocupação com a discussão do que nos trouxe até este ponto. Não há coragem de ler a realidade, apenas pinçar nuances como partes de um jogo, como peças de um tabuleiro onde o objetivo final é tão somente o benefício pessoal.

Os éticos e puros são apenas imagens que vão se moldando ao momento. Travestem-se daquilo que imaginam agradar mais à platéia – ou seria à patuleia? – da qual querem apenas o voto. Entregam migalhas, um abraço, um sorriso e promessas esparsas de que “depois você me procura”.

Tudo é teste. Em tese

Vivemos um tempo estranho, porque na ausência de uma alternativa política, a oposição está esperando que a imprensa decida quem ela quer na Presidência da República – junto com uma PF saudosa dos tempos nos quais nada podia fazer; de um Ministério Público com síndrome de mariposa (não pode ver um pau de luz, na saudação do saudoso Ulysses Guimarães, e de juízes que resolveram interpretar a Lei de uma forma muito peculiar para situações muito específicas.

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